20.2.06

MUNICH

Munich



Em setembro de 1972, durante as Olimpíadas de Munique, 11 atletas Israelitas foram sequestrados e assassinados no que seria o primeiro ataque terrorista da era das transmissões ao vivo. O filme de Steven Spielberg conta a história do que aconteceu depois do atentado, suas implicações diplomáticas e os meandros do terrorismo internacional.

Um filme de qualidade impecável, mas com um roteiro um pouco arrastado e lento. A reconstrução do figurino da época é precisa e marcante, desde os óculos Ray-Ban às camisas ajustadas e calças boca de sino. Spielberg caprichou também no casting. A nata dos atores europeus está aqui, Daniel Craig (o novo James Bond), Mathieu Kassovitz (de Amelie Poulain)e Mathieu Amalric. Há também uma inegável sofisticação nas cores e na fotografia. Ao contrário de Guerra dos Mundos, Munich pertence a um diretor de identidade estética própria. De vez em quando ele acerta.***

3 comentários:

  1. A sua não é primeira crítica em que escuto que o filme é mediano, mas mesmo assim continuo curioso para assistir, só que vou esperar sair em DVD...

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  2. Depois que cheguei ao Cafeína, posso dizer que sou uma pessoa bem mais informada a respeito de cinema, música e outros interessantes temas.
    Por aqui passam bons filmes no cinema, mas este Munich não sei porque não me levou ao cinema para assisti-lo, intuição quem sabe de que outros valeriam mais a pena, os comentário que escuto a respeito também estão classificando-o como um filme médio, o meu DVD o espera.
    Um beijo grande e boa semana.

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  3. Du dudu Edu8:54 AM

    Demorei algum tempo pra aceitar Spielberg como um diretor, ele me provovaca as vezes como em "A cor Púrpura" e me decepcionava como em "A.I.", enfim havia desistido dele, havia vários outros pra amar. Com "A Lista de Schindler" decidi que o aceitaria de vez, mas fiquei com um pé atrás-logo minha intuição se confirmou, "Guerra dos Mundos" é o que há de pior.Não fui ainda e não sei se irei assiti-lo em tela grande.Tenho que confessar que esse diretor não tem mais o poder de me seduzir com a sua narrativa hollywoodiana e arrasta quarteirões, aliás, Mumiah, acho que estamos um pouco cansados de tragédias, atentados terroristas e acho que hoje em dia é bem melhor de "engolir" dois cowboys gays que um atentado terrosrista, como já se disse :"Se for pra sofrer, que seja por amor"

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