6.8.06

Sunday, cor-de-rosa e carvão

Vocês não vão creditar no que eu vou dizer, na existência deste ser, desta peça de museu. Ela tem 77 anos, transtorno obsessivo compulsivo, doença do sono e - pasmem- minha mãe garante, diz que põe a mão no fogo, que ela é virgem. Minha tia, senhoras e senhores. Esta entidade dos pampas veio passar uma semana comigo em Porto Alegre.

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Sabe a cantora aquela, que lançou dois cedês ao mesmo temo, grande talento da nova safra de cantoras produzidas por Nelson Motta? Aquela que cantava Amor ai lóv iu, sabe? Pois é, algum vivente de alma caridosa disponibilizou o áudio de um shô da moça, gravado no Palácio das Artes de Bruxelas, na época do lançamento do cor-de-rosa e alguma coisa. Ela fala "merssi bocú" e tudo. Quer? Sirva-se.


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Me disseram que em São Paulo inventaram uma gíria nova. Se você estiver na noite e já bêbado (a), embaraçosamente bêbado(a), jogue as mãozinhas para o ar e diga "tô Alcione!". Só não vai dizer "tô marrom", tá?

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Deu, pra domingo, tá muito bom.

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