13.9.06

Arranhões

A besta de dentro, Madonna.

Eu tenho a impressão de que as pessoas mais interessantes que eu conheço têm, dentro de si, uma besta. No bom sentido, óbvio. Talvez nem sempre bom, mas certamente justificável. Em determinados momentos a besta se solta. Na maioria deles, mantém-se enjaulada, quietinha, adormecida. E eu a chamo de besta (e não fera, bicho, luz, paixão) porque ela não vive pelas regras do nosso mundo, não obedece leis, nem ouve a razão. E nem sempre parece bonita aos olhos de quem a vê, muito pelo contrário, lhes parece bizarra. Por ser livre.

Enfim. Viva à besta!

Nenhum comentário:

Postar um comentário