26.2.08

Work work work


Katherine Heigl, muito Marilyn Monroe, no seu indefectível vestidinho Escada, nos bastidores do Kodak Theater


Eu preciso respirar um pouco que seja. São no mínimo 12 horas em frente ao laptop desde domingo.

| Pela primeira vez em anos, a festa do Oscar foi uma delícia de se ver, tirando é claro, as imbecilidades do senhor aquele que "comenta" a festa pela rede Globo. "O que você achou desta premiação ao Ultimato Bourne, Wilker?" ele responde: "Achei que é isso mesmo, é um filme barulhento, então merece o prêmio de som". Aí, nas montagens, ele só dizia "ah, este é muito bom", sem nem saber o título do filme em português. Ele estava torcendo para Juno e Desejo e Reparação, claro. Os dois filmes mais fracos da premiação. (Não que não sejam acima da média, até são). Mas olha, só de ver os atores e coadjuvantes escolhidos já se re-estabeleceu a minha fé na Acadimia, como dizia tão lindamente a falecida tradutora Elisabeth Heart, ídola deste que vos escreve. Onde Os Fracos Não Têm Vez é o filme do ano sim, não se leva a sério demais e traz de carona uma relevante reflexão sobre a violência e a turva linha que separa realidade e ficção.

| O que tem me salvado da completa abobalhagem nesses dias é a corrida no final de tarde. Não tem nada mais revigorante.

Eu não canso de ver isto:


Marion Cotillard abraçada em Forest Withaker depois de receber o prêmio

5 comentários:

  1. nossa. uma das melhores cenas do Oscar ever. liiindo !!!

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  2. ah! roubei a foto pra mim tá? ;)

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  3. Se toda mulher (brasileira) é meio Leila Diniz, toda mulher francesa é um pouco Piaf, não? Coisa linda a Marionzinha.

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  4. Marion mereceu, néam?

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  5. a foto está linda mesmo. não sei se mereceu porque não vi o filme. mas digo que não mereceu só para irritar a irmã morena.

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