30.5.08

Compilation


Novinha em folha.


1. K's Choice - Virgin State Of Mind (3:12)
2. Sarah Vaughan - Something (4:16)
3. Cat Power - Sea of Love (2:19)
4. Melissa Etheridge - You Can Sleep While I Drive (3:18)
5. Kylie Minogue - All I See (Acoustic Version) (3:15)
6. Nelly Furtado - I'm Like A Bird (4:29)
7. The Cardigans - Changes (Black Sabbath Cover) (BBC Radio 2 Session) (3:48)
8. Duffy - Mercy (Acoustic) (3:03)
9. Roisin Murphy - Let Me Know (Live at iTunes Session) (4:34)
10. Cassandra Wilson - If Loving You Is Wrong (5:29)
11. Shanice - Loving You (3:47)
12. Madonna - Erotic (Sex Book Mix) (6:12)
13. Norah Jones and Adam Levy - Love Me Tender (2:56)
14. Roy Orbison - California Blue (3:57)
15. Juanes - Gotas de agua dulce (3:10)

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...

29.5.08

Chegou!





Continuo achando o álbum muito meia-boca, mas a embalagem da edição para colecionadores é tão, tão, tão... que eu comprei.
Não, ainda não provei as balinhas.

27.5.08

Cinemão


Filmezinho inteligente, com ação na medida certa e Kevin Spacey. Tá de bom tamanho, não?

Em Quebrando a Banca (21), o protagonista Ben (Jim Sturgess, de Across The Universe) é um brilhante aluno do M.I.T. prestes a entrar na faculdade de medicina de Harvard. Só lhe faltam 300 mil dólares para pagar pelo curso. Sorte sua que o professor Mickey Rosa (Kevin Spacey) o convida a participar de um "experimento" em que os alunos mais inteligentes da faculdade aprendem a contar as cartas do baralho para prever o resultado do Blackjack (o 21 do título) e assim ganhar muito dinheiro nos cassinos de Las Vegas. Faturam tanto que chamam a atenção do especialista em segurança Cole Williams (Laurence Fishburne), adepto de métodos pouco ortodoxos para certificar-se de que os jogadores mal-intencionados não voltem mais a seus cassinos. A resolução da trama lembra as engenhosas artimanhas de Danny Ocean na trilogia de Steven Soderbergh. Diversão sem compromisso.



Já Indiana Jones e e o Reino da Caveira de Cristal traz todos os exageros, despautérios e piadinhas infames do herói meio ninja, meio jedi da série de Steven Spienberg e George Lucas. A diversão fica por conta de Cate Blanchet, perfeita no papel da vilã paranormal Irina Spalko e o jovem Shia LeBeouf, com um quê de Marlon Brando em O Selvagem (1954). Igual aos outros filmes da série.

25.5.08

Sunday Classics


Shirley MacLaine faz o teste de figurino (1959) junto à legendária figurinista Edith Head, aquela que inspirou a Edna Mode de Os Incríveis.

23.5.08

Presente


O Confessions de Cyndi Lauper. Produzido por magos da música eletrônica atual como Basement Jaxx e Scumfrog, é um cd para ser ouvido sem parar do início ao fim.

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Duffy does Madonna


21.5.08

Bem verdade



"Life is a constant journey of repairs. If it’s not your car, it’s your roof.
If it’s not your house, it’s your heart."

Alison Goldfrapp

20.5.08

O Nevoeiro




"There´s something in the mist!"

Desta forma começa o suspense de O Nevoeiro (The Mist, 2007), mais um filme de horror baseado na obra de Stephen King. Assim como pregou o pai do suspense, Alfred Hitchcock, e reafirmou mais recentemente o criador de Lost, J.J. Abrams, é sempre mais assustador aquilo que o espectador não vê e o diretor Frank Daranbont segue a cartilha à risca. A premissa não é nenhuma novidade: um grupo de pessoas de uma mesma cidadezinha fica preso num supermercado quando uma misteriosa neblina toma conta da cidade. Quem se aproxima dela, morre. É bom não adiantar mais a respeito da trama, porque o mais importante aqui é a forma que cada personagem escolhe para lidar com esta situação extrema. Thomas Jane é o mocinho meio sem sal e Marcia Gay Harden, sempre competente, faz uma fanática religiosa de dar nojo.

A maneira com que os personagens de O Nevoeiro se desdobram lembra um pouco Um Barco e Nove Destinos (Lifeboat, 1944), baseado no romance de John Steinbeck, obra praticamente desconhecida de Hitchcock, mas que vale a conferida. Nem que seja para ver Tallulah Bankhead retocando a maquiagem a cada 15 minutos num bote salva-vidas no meio do nada.

15.5.08

Compilation



Em edição extraordinária, uma compilação de presente para o tiozinho que está de aniversário hoje. Tem uns remixes legais, uns bate-cabelo, tem Diana Ross e as Supremes caindo no batidão funkeiro e outras coisas bem gostosas. Feliz aniversário, amigo!


1. Róisín Murphy - You know me better (Guy Williams vocal mix) (7:07)
2. Britney Spears - Gimme More (Oakenfold Remix) (6:06)
3. Diana Ross & The Supremes - You keep me hangin' on (dj fumiya remix) (4:56)
4. Robbie Williams - Lovelight (Dark Horse Remix) (6:26)
5. Shakira - shakira - las de la intuicion (rls glamour radio mix) (3:13)
6. Hardwell & Greatski - Never Knew Love (Basto Rmx) (5:00)
7. Madonna - Give It To Me (Paul Oakenfold Remix Edit) (4:59)
8. Seal - The Right Life (Rocasound Remix) (7:56)
9. erasure - i could fall in...(Monteverde Mix Extended) (6:19)
10. Iio - Rapture (Starkillers Dirty Girl Made Single Edit) (3:05)
11. Supreme Beings Of Leisure - Get Away (3:22)
12. Madonna Vs Fedde Le Grand - Music 2008 (ROD's ''Put Your Hands Up'' Remix) (4:40)


aqui.

13.5.08

Itchy Bitchy


É mais ou menos uma comichão no cérebro. Não na cabeça, mas lá dentro. Dá vontade de arrancar um tampo, mais ou menos como fez Hannibal Lecter no filme de Ridley Scott, e coçar o cérebro mesmo, só pra ver se esta maldita ânsia passa. A minha vó, que Deus a tenha, chamaria isto de "Stadinervus". Eu normalmente sou calmo, não repare. Mas tem dias...

9.5.08

Especial



É bom de doer!

CD1

1. kd lang - I Dream Of Spring (4:00)
2. kd lang - Je Fais Le Planche (2:51)
3. kd lang - Coming Home (3:26)
4. kd lang - Once In A While (3:27)
5. kd lang - Thread (3:38)
6. kd lang - Close Your Eyes (4:26)
7. kd lang - Sunday (4:17)
8. kd lang - Flame Of The Uninspired (3:30)
9. kd lang - Upstream (3:37)
10. kd lang - Shadow And The Frame (3:07)
11. kd lang - Jealous Dog (2:32)

CD2

1. kd lang - I Dream Of Spring - Live (3:45)
2. kd lang - Wash Me Clean - Live (4:10)
3. kd lang - The Valley - Live (6:21)
4. kd lang - Hallelujah - Live (5:21)

6.5.08

Becos escuros

Semana passada eu reencontrei um amigo que há anos não via. Contou-me que havia passado por uma barra bem pesada lidando com o namorado ciumento. Daquele tipo de namoro em que um se acha no direito de revirar os arquivos temporários do laptop do outro em busca de diálogos virtuais comprometedores e rastros pecaminosos do navegador de internet. E a máxima do "quem muito procura acaba encontrando" se fez verdadeira pela milionésima vez na história do namoro na infame era digital. Um comentário absolutamente sem maldade feito no mensageiro virtual transformou-se no estopim para uma briga homérica, com direito a ataques histéricos que culminaram em objetos sendo lançados pela casa. Acabou o namoro, claro. Um dizia não poder mais confiar no outro e o segundo não estava mais disposto a lidar com surtos violentos de ciúme em público.

Um dia depois, outro amigo relatou emocionado via e-mail da nova paixão, apimentada pelo que ele chamou de "ciúme do bem". Mas o que seria esta categoria? Bem, segundo ele, é aquele controle "carinhoso" em que o parceiro possui as senhas do e-mail, MSN, Orkut e os verifica periodicamente para ver como anda sua vida, quem deixou recado, depoimento, o que falou, quando falou e que palavras usou. "Eu nem tenho vontade de trair". Não sei bem até que ponto ele realmente não tem vontade ou foi coagido a não trair. Ou se o que ele realmente estava esperando para ser feliz era mesmo uma relação nesses moldes. Só o tempo dirá e, na minha posição de amigo, desejo que ele receba a felicidade da forma que ela se apresentar.

A outra, segundo definição de sua terapeuta, namorava um ratinho. Era fortão por fora, uma verdadeira muralha de músculos, mas frágil e inseguro por dentro. Tão frágil que exigia atenção permanente, como um rapazinho que precisa desesperadamente da mãe. Tão inseguro que era capaz de bater na namorada, caso suas vontades não fossem feitas em tempo hábil, estipulado por ele. Ia do carinhoso excessivo ao violento irascível em minutos. Não conseguia entender que a parceira não tem obrigação de fazer o papel de mãe, muito menos de saco de pancadas. Terminaram. Depois voltaram. Terminaram de novo e assim sucessivamente.

Uma relação é feita de duas pessoas, certo? Isso me leva a crer que o namorado ciumento e inseguro não existiria sem o respaldo da sua contraparte. A relação avança na direção definida pelos dois. Pode ir à galope ou troteando, mas não há dúvida que muito se quebra pelo caminho.

O fato é que eu tenho telhado de vidro. Já fiz coisas das quais não me orgulho por ciúme e, se possível fosse, voltaria no tempo para evitá-las. Porque me parece que o ciúme não é tempero para nada, mas sim um potente veneno capaz de matar o mais resistente amor. Pra começo de conversa, vamos esclarecer um equívoco que vem se perpetuando ultimamente: o ciumento não é aquele que ama demais. Muito pelo contrário, o ciúme patológico nada tem de amor, é a ausência dele. É a completa falta de respeito pelo parceiro e por si mesmo. Se o amor fosse uma rua ensolarada, o ciúme seria o beco escuro. E nos embrenhamos todos em algum momento por esses becos, é humano e inevitável. Mas a relação não pode ser feliz quando faz sua casa num deles. Não se pode ser feliz na escuridão.

Seria lindo dizer "vamos todos caminhar, em parzinhos sorridentes, de mãos dadas pela ensolarada via do amor saudável". Seria também hipócrita. Mas tentar não custa nada.

2.5.08

Compilation


Alguns dos meus momentos raros favoritos da moça esta.

1. Madonna - Justify My Love (the beast within mix) (6:13)
2. Madonna - Revenge (5:59)
3. Madonna - Has To Be (5:15)
4. Madonna - Veras (4:26)
5. Madonna - Like a virgin/Billie Jean (5:35)
6. Madonna - Lo Que Siente La Mujer (Live from The Drowned World Tour) (5:25)
7. Madonna - La Isla Bonita/Lela Pala Tute (6:41)
8. Madonna - Erotica/You Thrill Me (The Confessions Tour Studio Version) (4:31)
9. Madonna - History (5:55)
10. Madonna - SuperPop (3:42)
11. Madonna - Ring My Bell (3:54)
12. Madonna - Cyberraga (5:32)
13. Madonna - The Beast Within (X-Static Process Version) (6:14)

1.5.08

She´s got candy galore indeed

A foto ao lado mostra Madonna ontem no Roseland Ballroom em NY, no primeiro pocket show para promover seu mais recente rebento: Hard Candy. Da mesma forma como fez com a sonoridade, Madonna, apoderou-se também da linguagem visual do hip hop contemporâneo, claro deixando tudo do seu jeito.

Foram 5 músicas: Candy Shop (que também abre o novo álbum), Miles Away (com ela insistindo nessa bobagem de tocar violão), o já sucesso 4 Minutes avec Justin Timberlake, uma versão "rock" de Hung Up (que desagradou fãs e blogueiros pelo mundo a fora, pero a mí me gustó), Give it 2 Me (uma das melhores do cd novo) e terminou com Music, remixada com Put Your Hands Up For Detroit, de Fedde le Grand, a melhor coisa de todas e a prova de Madonna não perdeu a mão como indica o meia-boca Hard Candy.


"Vem cá, menino, que a tia vai te mostrar uma coisa..."