
Segunda-feira fui ver La Belle Personne, o novo Christophe Honoré, que está em cartaz no Guion da Cidade baixa. Louis Garrel, o cabeludo incompreendido de sempre. As canções melancólicas, os jovens franceses e sua aparente indiferença, sua quase vida, quase perfeita. Até a chegada da bela Junie - uma mistura de Isabelle Adjani e Béatrice Dalle quando jovens - o agente provocador, enviado para testar as vigas emocionais de uma escola de segundo grau. Fala-se bem menos, claro, do que num filme americano, até porque A Bela Junie parece uma homenagem - um tanto doentia, é verdade - a Jules e Jim - uma Mulher para Dois, de François Truffaut. Honoré tem uma séria implicância com o amor. Como eu também ando com a mesma sensação, gostei muito.
Pouco recomendado para os corações ensolarados. Se quer historinha para rir, procurar sua força interior e achar que o amor vence tudo, vá ver Divã.
Pouco recomendado para os corações ensolarados. Se quer historinha para rir, procurar sua força interior e achar que o amor vence tudo, vá ver Divã.
Vi a cris vicky barcelona = um monte de mulher para um homi só...
ResponderExcluirQueria ver a Diva, não o divã.
Confesso tenho uma tarada por Garrel... boca gostosa! Voltando ao filme, como o amor é drástico e dói... só a morte para sufocá-la! Como sou um tolo romântico, adorei. Se la vie!
ResponderExcluirGutho-BH
Queria ver!!!
ResponderExcluirSabe se tem pra download pela internet? (eu sei, pirataria é crima, mas não tem pelos cinemas daqui...)
:)