22.12.09

Compilation



Para encerrar o ano, uma coleção de canções que provam a coisa mais óbvia do mundo: o amor é imprevisível, misterioso, surreal e ordinário ao mesmo tempo. Uma das mais belas canções do Eurythmics interpretada por Martha Wainwright, Leela James colocando mais alma nos Rolling Stones, A-ha arriscando um Depeche, que também aparece numa versão ao vivo, com a indefectível interpretação de Martin L. Gore. Marisa Orth, com sua I'm Not in Love mistura humor e coolzice, Florence + the Machine dá urgência à Halo, de Beyonce e Patricia Barber reformula She's a Lady, de Tom Jones. Sugarbabes faz versão acústica de uma das melhores canções do mais recente álbum do Keane e Bebel Gilberto transforma Sweet Dreams em bossa nova.

1. RDM ft. The Killers - Hotel California (6:05)
2. Leela James - Miss You (5:25)
3. A-ha - Velvet (4:18)
4. Martha Wainwright - Love Is a Stranger (3:40)
5. Bebel Gilberto - Sweet Dreams (Are Made of This) (3:20)
6. Depeche Mode - A Question Of Lust (4:32)
7. Florence & The Machine - Halo (3:48)
8. Sugababes - Spiralling (3:11)
9. Lily Allen - Not Fair (Doc Fritz Uncool mix) (4:14)
10. Dido - Here With Me (Chillin' With The Family Mix) (5:19)
11. Eurythmics - Love Is A Stranger (1982) (3:44)
12. Patricia Barber - She's A Lady (Tom Jones) (4:09)
13. Marisa Orth - I'm Not in Love (5:21)
14. A-ha - A Question of Lust (3:51)

Aqui.

9.12.09

Muito Funky



Faixa do novo DVD/Blu-ray de George Michael, Live in London. Um visual impecável, repertório divertido e sem aquela pose de quem está o tempo todo querendo provar algo ao espectador. GM está à vontade, em ótima forma e o público todo parece estar resgatando algum momento mágico da juventude embalado por Father Figure, Faith, Freedom, Too Funky ou Spinning the Wheel. Recomendo muito.

1.12.09

Tarantino apagando fogo com gasolina



Bastardos Inglórios prova mais uma vez a genialidade estética de Quentin Tarantino, ainda que lide de forma perigosa com a violência e suscite uma espécie de catarse histórica um tanto irresponsável. Mas, acima de tudo, cumpre um dos papéis mais importantes do cinema: provoca reflexões sobre a experiência humana. É o refinamento de um estilo que marcou com sangue o cinema das últimas décadas embalado por um trilha sonora desavergonhadamente pop, como bem se pode ver no vídeo acima.